Capa do álbum ‘Continental’, da banda Black Pantera
Arte de Ramon Álvaro (Beeboy)
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Gostei da capa do quinto álbum de estúdio da banda Black Pantera, “Continental”, assim que bati o olho na imagem. E acho que a função de uma capa de disco é essa mesma: capturar de imediato a atenção e o olho do ouvinte.
A capa de “Continental” – álbum programado para ser lançado em 21 de agosto com 13 músicas – é assinada por Ramon Álvaro, artista visual capixaba conhecido como Beeboy.
“A menina de costas. O futuro à frente, o sonho nas mãos. A ancestralidade soprando no ouvido”. Foi assim, com essa definição poética, que o trio mineiro explicou o conceito da capa de “Continental” ao revelar a imagem nas redes sociais do Black Pantera.
Passei a gostar ainda mais da capa do álbum quando me deparei com a interpretação da imagem pela banda. Mas o fato é que uma capa de disco – sim, eu ainda tenho mania de chamar de disco um álbum, EP ou single – é em essência uma obra de arte e, como tal, nem precisa explicação. É arte. E toda arte é passível de múltiplas interpretações. Ou mesmo nenhuma.
Assim como uma música pode soar sublime para uns e passar despercebida para outros, uma capa de álbum também pode gerar encanto ou mesmo indiferença. A capa do álbum “Continental” me encantou.
É uma imagem que tem poesia e que honra a tradição de grandes capas na discografia de estúdio do grupo, aumentando a expectativa para a audição do álbum que Black Pantera faz feats com Derrick Green, Duquesa e Sandra de Sá nas músicas “Obsoleto”, “Serotonina” e “Quando canto”, respectivamente.
Que venha, pois, “Continental” com essa capa tão bela quanto expressiva!n
Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2026/08/12/black-pantera-retrata-passado-presente-e-futuro-na-capa-do-album-continental.ghtml
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